Um instrumento de performance ao vivo
O Sinestesia escuta sua música e pinta um quadro atrás de você, ao vivo. Não são slides. Não é filtro. É uma tela única que não para de crescer até a última nota.
O que ele ouviu — “Aquarela”, transcrição real do show
numa folha qualquer eu desenho um sol amarelooo
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelooo
se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papééél
num instante, imagino uma linda gaivota voar no céééu
Você canta. A gente cuida do resto, da cabine.
01
Um sinal da mesa de som. Sua voz, a banda, a sala. Palavras e clima, verso a verso.
02
Um diretor lê o verso e escolhe a próxima pincelada — onde ela entra, que cor carrega.
03
O quadro cresce na parede atrás de você. Nada é substituído. Tudo se acumula.
04
Um código aparece na projeção no final. Qualquer pessoa na plateia pode levar a pintura pronta para casa, de graça.
Quando a música termina, a pintura é selada com o registro do momento que a criou: as palavras que você cantou, cada instrução do diretor, os horários exatos. Qualquer pessoa na sala pode escanear e ter uma gravura digital (NFT). De graça, sem papo de carteira no palco.
O original é seu. Como a prova funciona, se quiser os detalhes.
ESCANEIE → PINTURA → SUA
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Um sinal estéreo da mesa, um projetor ou painel de LED e um ponto de energia. Nós levamos a máquina e um operador. A passagem de som leva vinte minutos.
Definimos com você, antes, uma paleta e um clima — granulação, faixa de cores, quão solto é o traço. A composição em si nasce da música enquanto você canta.
Às vezes vai pintar. Ele está escutando, não ilustrando. As estranhas costumam ser justamente as que a plateia fotografa.
Sim. Sem letra, ele trabalha só com a música — mais lento, mais abstrato, ainda uma tela única.
Sua. A lembrança que a plateia leva é uma gravura, não o original.
Não. A plateia escaneia um código e recebe uma imagem. Essa é toda a interação.